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| Foto: Carolina Antunes / PR |
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| Reprodução/itirucuonline |
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| — Crédito: Reprodução/Redes Sociais |
Rodoviários de Salvador fazem greve nesta sexta-feira
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| Rodoviários decretam greve em Salvador — Foto: Divulgação |
Operação para retirar celulares de unidades prisionais chega ao Conjunto Penal de Jequié
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A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), iniciou, nesta semana a 11ª fase da Operação Mute, que acontece em todas as unidades federativas e segue nesta quinta-feira (21), no Conjunto Penal de Jequié. O objetivo principal é a retirada de aparelhos celulares e outros itens ilícitos do interior das unidades prisionais. 
— Crédito: Divulgação/SEAP
Na Bahia, a ação teve início nesta terça-feira (19), no Conjunto Penal de Paulo Afonso, com a atuação de cerca de 40 policiais penais estaduais em ações de revista estrutural e varredura operacional na unidade. A Operação integra o programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado pelo Governo Federal na última semana, que prevê investimento superior a R$ 11 bilhões para o fortalecimento da segurança pública em todo o país.
As ações contam com o emprego de tecnologias e equipamentos especializados, como bloqueadores de sinal, scanners corporais, aparelhos de raio-X, drones, sistemas eletrônicos de fiscalização e georradar, utilizados na identificação de estruturas ocultas e possíveis rotas de fuga. As operações integram a estratégia nacional de fortalecimento do sistema prisional brasileiro, com foco no aumento do controle estatal nas unidades prisionais e na redução da influência das organizações criminosas dentro e fora dos presídios.
Desde o início da operação, em 2023, os resultados das 10 fases foram retirados 7.966 aparelhos celulares de dentro das unidades prisionais em todo o país. Ao todo, mais de 38 mil policiais penais participaram das operações e mais de 37 mil celas foram revistadas.
Na Bahia, a 1ª fase da Operação Mute estadual foi realizada nos dias 23 e 24 de abril, na Penitenciária Lemos Brito (PLB), em Salvador, sob coordenação da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), com atuação conjunta de 50 policiais penais estaduais e policiais penais federais, reforçando o protagonismo da Polícia Penal baiana nas ações de enfrentamento ao crime organizado dentro do sistema prisional.
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| — Crédito: Divulgação |
Ex-prefeito morto há cinco meses é condenado por desvio milionário na Bahia
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O ex-prefeito da cidade baiana de Palmeiras, Carlos Alberto da Silva Lopes, que morreu em dezembro do ano passado, foi condenado a ressarcir aos cofres públicos do município mais de R$ 1,5 milhão. De acordo com ação movida pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), ele participou de um esquema de fraude de notas fiscais. 
— Crédito: Reprodução
Os desvios sistemáticos de verbas públicas teriam sido realizados entre 2002 e 2003, quando ele estave à frente da gestão municipal. De acordo com o MP, o esquema era operado por meio de notas fiscais clonadas para dar aparência de legalidade a pagamentos envolvendo supostas aquisições de medicamentos, materiais hospitalares e elétricos.
As investigações apontaram o uso de notas fiscais falsas e adulteradas em processos de pagamento relacionados a empresas que afirmaram nunca ter fornecido os produtos ao município. Em um dos casos, a nota fiscal apresentada pela gestão no valor de R$ 14.990 era originalmente uma venda de apenas R$ 13,80 destinada a um consumidor diverso.
Também foram identificadas falsificação de identidade em documentos atribuídos a outra empresa e simulação de licitações para encobrir desvios. Carlos Alberto da Silva Lopes morreu em dezembro do ano passado, e o município decretou três dias de luto oficial. Segundo o Ministério Público, a morte do ex-prefeito não consta nos autos do processo, o que deverá ser feito após a divulgação da condenação.
O MP diz ainda que, com o falecimento do ex-gestor, são extintas sanções como a suspensão dos direitos políticos e a proibição de contratar com o poder público. Porém, a obrigação de ressarcir os cofres públicos poderá ser executada sobre o patrimônio deixado por Carlos Alberto, observados os limites da herança, recaindo os efeitos patrimoniais sobre os bens e herdeiros. (Correio 24h)
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| Foto: Redes Sociais |





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